Cresce no ventrepequena concha,
no meio de mares e amores ...
Pequeno grão… esconde-se…
debaixo de um tecido
numa concavidade...
Concebido… cresce… sai…
nada o detém…
Fonte de palavras ternas…
sonhos… saudades…
um coração que bate...
Quase se escuta seu pranto!
Ouve-se chorar por vezes…
entre ruídos… entre sombras…
Logo que nasce observa…
escuta … sente… toca…
a profetizada sentença…
A vida que o acolhe!
D. João IV no ano de 1646 nas cortes de Lisboa coroou Nossa Senhora da Conceição e considerou-a padroeira do Reino de Portugal e prometeu-lhe o tributo de 50 cruzados de ouro por ano em seu nome, e dos seus sucessores. Os estudantes da Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, por ordem do rei deveriam jurar defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Já D. João I louvou a Virgem ao erigir o Mosteiro da Batalha e D. Nuno Álvares Pereira o convento do Carmo. A instituição da ordem militar de Nossa Senhora da Conceição por D. João VI sintetiza o culto de vários séculos em Portugal. Estas são as razões que me levam a considerar que deveria ser 8 de Dezembro a data para comemorar o Dia da Mãe no nosso país apesar de não ser nem católica nem monárquica. Dedico este poema a todas as mães!
BEIJO ESPECIAL PARA TI!
BEIJOS!!!

